Todo episódio sobre doping em atletas de alto nível tem algo de "história mal contada". No caso da ginasta brasileira não é muito diferente.
Daiane nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg (CAN, 1999)
O que dizer de uma atleta de altíssimo nível que vai procurar um médico (segundo ela mesma em entrevista) para remover gordurinhas localizadas?
Talvez ela tenha esquecido que com 1 ou 2 semanas de treino elas iam sumir completamente. Mas ela não estudou Educação Física? Deveria ter essa noção, não?! Pois é... deveria mas, será que estudou meeeeeeesmo?
Outra coisa: atletas de alto nível ao pensar em fazer qualquer tipo de tratamento não podem dispensar o acompanhamento dos médicos responsáveis, seja do clube ou da seleção, antes de iniciar esse tratamento. Esses médicos sabem o que pode e o que não pode utilizar para não cair no doping.
Desse modo, Daiane errou duas vezes: uma ao fazer essas coisas por conta própria sendo quem ela é (atleta de destaque internacional). Outra ao achar que o tratamento não ia ter absolutamente nenhum efeito colateral.
Vamos ver o que vai acontecer, mas o horizonte parece sombrio para a ginasta gaúcha.

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