Ao longo desses dez dias de jogos e ao ver os boletins nos programas esportivos na TV é possível notar duas coisas:
1- Nos jogos da chave feminina a pancadaria rola solta, a mulherada anda amassando a bola. Todo ponto é uma sucessão de pancadas, e se acaba depois que uma das duas jogadoras bate tão forte, mas tão forte que a bola acaba saindo da quadra. Parece que uma está tentando mostrar pra outra que bate mais pesado na bola. Clara influência do jeito Willians de jogar!
2- Paradoxalmente, os jogos no masculino estão infinitamente superiores em técnica: é possível ver os oponentes trocando pancadas que de uma hora pra outra viram um slice no revés do adversário, tentando quebrar o ritmo, ou então uma curtinha que cai próxima à rede. Isso significa que joga-se usando o raciocínio e não só a força.
É justamente aí que está o paradoxo: as meninas tendo menos força deveriam pensar em outros recursos como um meio de compensar essa situação. No entanto, os homens é que tem feito uso constante desse tipo de recurso. Exceção feita ao Robin Soderling, que ganhou do Federer surrando a bola.
A limitada inteligência das meninas jogando é intrigante. Elas parecem não compreender que jamais baterão na bola com a mesma força da Serena Williams, mas insistem nesse erro! Kim Clijsters mostrou no US Open de 2009 como vencê-la: variação no ritmo, bolas com ângulos diferentes (ora bem abertas, ora no centro da quadra), profundidades variadas, enfim, criar desconforto é o remédio. Mas ninguém fez isso!
O mais interessante é que com a saída de Federer nas quartas-de-final só sobrou Novak Djokovic como representante desse estilo de jogo. Se Djokovic vencer, encara Nadal, ou seja, parece que Roland Garros vai ficar nas mãos de jogadores que só sabem dar porrada na bola...
É uma forma de jogo, não é a mais bonita, mas é válida também. Há quem goste...
É justamente aí que está o paradoxo: as meninas tendo menos força deveriam pensar em outros recursos como um meio de compensar essa situação. No entanto, os homens é que tem feito uso constante desse tipo de recurso. Exceção feita ao Robin Soderling, que ganhou do Federer surrando a bola.
A limitada inteligência das meninas jogando é intrigante. Elas parecem não compreender que jamais baterão na bola com a mesma força da Serena Williams, mas insistem nesse erro! Kim Clijsters mostrou no US Open de 2009 como vencê-la: variação no ritmo, bolas com ângulos diferentes (ora bem abertas, ora no centro da quadra), profundidades variadas, enfim, criar desconforto é o remédio. Mas ninguém fez isso!
O mais interessante é que com a saída de Federer nas quartas-de-final só sobrou Novak Djokovic como representante desse estilo de jogo. Se Djokovic vencer, encara Nadal, ou seja, parece que Roland Garros vai ficar nas mãos de jogadores que só sabem dar porrada na bola...
É uma forma de jogo, não é a mais bonita, mas é válida também. Há quem goste...
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