Vem aí a fase derradeira da Liga Mundial: Brasil, Argentina, Sérvia no Grupo E, com Itália, Rússia e Cuba no Grupo F
Bernardinho deve estar preocupado (como de costume...).
Este ano há um dilema em quadra: o Brasil parece (veja bem, parece!) estar num grupo mais fácil. Isso não costuma ser tão bom quanto se possa imaginar.
Por que?
Porque muitos torneios que tiveram grupos mais fáceis terminaram de forma negativa para seus integrantes. O caso mais memorável inclui exatamente Brasil e Argentina nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000. O Brasil entrou no tal grupo mais fácil e se classificou em primeiro lugar. Na fase seguinte pegou o 4º colocado do outro grupo. Quem era? A Argentina, com Weber e Milinkovic como destaques.
O resultado?
Um surpreendente 3 a 2 para os hermanos!
A explicação?
Talvez parte dela possa ser atribuída a um fenômeno conhecido no esporte como "ritmo de jogo": a Argentina enfrentou adversários muito difíceis em sua trajetória e o Brasil veio com o "freio de mão puxado". Quando precisou soltar, ficou meio tarde e os argentinos passaram "no embalo" do grupo mais forte.
Bem, mas quem disse que a Sérvia é um dos times fracos da fase final? Cuidado!
A última decisão da Liga teve Brasil e Sérvia, acabou 3 a 2 e foi mais um jogo memorável entre essas 2 equipes.
A última decisão da Liga teve Brasil e Sérvia, acabou 3 a 2 e foi mais um jogo memorável entre essas 2 equipes.
Os Sérvios classificaram-se em 2º lugar no seu grupo na fase inicial simplesmente porque a Itália se classificou em primeiro.
Tudo bem, e daí?
Daí que os italianos vem numa ascendente incrível, visando o Campeonato Mundial que vai acontecer na península da bota em Outubro. Os ragazzi estão novamente sedentos por títulos e não querem decepcionar os seus tiffosi.
Ou seja, se alguém disser que vai ter moleza nesses dias para o selecionado brasileiro está sendo, no mínimo, leviano. Pra não dizer desrespeitoso com os adversários.
Ainda assim, o Brasil tem uma arma muito importante a seu favor: a bagagem, a experiência em jogos decisivos. Ou melhor ainda, em sequências de jogos decisivos.
O time está bem renovado? Sim, mas os novatos não são tão novatos como se pensa. Ali tem campeões italianos, europeus, brasileiros, olímpicos, mundiais. Os jovens estão bem amparados pelos medalhões: para cada Lucão no time, tem um Rodrigão. Bruno e Marlon. Theo e Vissotto. Thiago e Giba.
O autor deste blog se arrisca a dizer que esse elenco tem tudo pra igualar a incrível equipe campeã em Atenas-2004.
A fórmula é basicamente a mesma, com sutis mudanças.
Mas ainda há muito trabalho pela frente...
Tudo bem, e daí?
Daí que os italianos vem numa ascendente incrível, visando o Campeonato Mundial que vai acontecer na península da bota em Outubro. Os ragazzi estão novamente sedentos por títulos e não querem decepcionar os seus tiffosi.
Ou seja, se alguém disser que vai ter moleza nesses dias para o selecionado brasileiro está sendo, no mínimo, leviano. Pra não dizer desrespeitoso com os adversários.
Ainda assim, o Brasil tem uma arma muito importante a seu favor: a bagagem, a experiência em jogos decisivos. Ou melhor ainda, em sequências de jogos decisivos.
O time está bem renovado? Sim, mas os novatos não são tão novatos como se pensa. Ali tem campeões italianos, europeus, brasileiros, olímpicos, mundiais. Os jovens estão bem amparados pelos medalhões: para cada Lucão no time, tem um Rodrigão. Bruno e Marlon. Theo e Vissotto. Thiago e Giba.
O autor deste blog se arrisca a dizer que esse elenco tem tudo pra igualar a incrível equipe campeã em Atenas-2004.
A fórmula é basicamente a mesma, com sutis mudanças.
Mas ainda há muito trabalho pela frente...


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