No torneio feminino, apesar da propagandeada renovação, Serena Williams faturou o título. Ou seja, absolutamente nenhuma surpresa. Em especial pra quem assistiu a partida entre ela e Sharapova, ficou claro que ali surgiu a campeã: força, determinação e um algo mais pra vencer.
Já na chave masculina, Rafael Nadal e Tomas Berdych fizeram uma final abaixo das expectativas. Mas também, o que esperar?
A final serviu para incluir Berdych num clube de prováveis campeões de Grand Slam, do qual fazem parte Andy Murray e Robin Soderling. Não dá para saber se eles ganharão, até porque pra ganhar de Nadal e Federer em Grand Slam precisa de muito, muito mais do que a soma de qualidade e vontade. Juan Martin Del Potro sabe como fazer, perguntem a ele.
Agora que Berdych conhece exatamente o que é uma final de um super torneio (algo parecido já fez Soderling) as suas responsabilidades aumentam. Na final de Wimbledon este ano, tudo era novo pra ele, dava a impressão que ele estava a procurar soluções e experimentar sensações. Nadal estava lá só pra jogar, essa era a diferença.
Aliás o próprio Nadal já havia passado por isso em 2006 e 2007, até que conseguiu vencer em 2008.
Em setembro vem o US Open.
Vem aí o Tour de France e também o Billabong Pro em Jeffrey's Bay, Africa do Sul. Estamos de olho...

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