Como o desempenho da Seleção de Voleibol pode ser explicado? Um começo ridículo, flertando com o vexame. Uma partida histórica nas quartas-de-final contra a Rússia. Por que tamanha oscilação?
O que causou tamanha mudança de postura e de atitude em um espaço tão curto de tempo? Quem viu o jogo contra os EUA e o jogo contra a Rússia está sem entender (além de ter perdido o fôlego tamanha a qualidade e emoção dessa partida!).
Talvez o fato de as mulheres terem a predominância do lado afetivo, emocional sobre o racional na maior parte do tempo.
Certamente alguma iniciativa da comissão técnica fez as garotas resolverem suas diferenças, apagarem as mágoas, dissolver os pesos, despertarem pra tarefa a realizar. Foi notória a segurança delas nos momentos mais complicados.
Existem muitas brincadeiras e piadas com essas variações no humor feminino. Isso talvez possa parecer inadequado em algumas ocasiões. Mas não há como evitar essa associação entre o desempenho da equipe brasileira e as variações no típicas do comportamento feminino.
O próprio José Roberto Guimarães já declarou várias vezes um certo fascínio por esse universo tão singular, dizendo preferir trabalhar com elas.
O jogo de hoje vai certamente entrar pra História do Voleibol, pronto pra ser colocado no mesmo patamar de outros jogos memoráveis como a semifinal de Atlanta/1996 contra Cuba, ou a final da Liga Mundial de 2003 contra a Sérvia no masculino.
Fica uma pergunta: sera que o experiente José Roberto chega inteiro até o final dessa edição olímpica?
Talvez fique mais fácil se a equipe chegar à final. Mas ele há tempos já sabe que não será nem um pouco simples o caminho até lá!
José Roberto Guimarães também está à procura de respostas para a pergunta feita acima...
Nota final: aquela Sheilla fenomenal voltou?




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